(( O Poeta em Estado Puro )) Eduardo Valente Vasconcelos Sousa, membro de uma família de Portugueses Católicos fervorosos, nasceu em 1985 no Rio de Janeiro e passou seus primeiros quinze anos lá, Mesmo diante do inchaço urbano da época, seus avôs foram agricultores durante toda a vida. A mãe de Eduardo, Maria de Fátima Valente Sousa, casta e comerciante, manteve a família unida diante de uma estrutura matriarcal durante o período de masculinização da mulher.
Depois do Ensino Fundamental, Eduardo se matriculou no Colégio Técnico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro para estudar Agropecuária, mas deixou a escola depois de um semestre. Tentou ingressar em um curso de atores para televisão, mas não o satisfez. Em 2003 conhece a Europa. Dois anos depois ingressa na UFES. Mesmo se sentindo desgostoso com a faculdade, empenhou-se em investigar os Gregos e a Antiguidade Clássica. Deixou a UFES sem o título de Bacharel e passou a ensinar Inglês em Juiz de Fora. Os anos 07/08 foram um dos mais sofridos para Eduardo. Precisou fazer novamente o vestibular para ingressar no Curso de Filosofia na UFJF e tempos depois, sua avó Balbina Maria adoece e morre com complicações na Hemodiálise. Seus antepassados foram lavradores e ele não sabia muito dos cuidados com a terra. Durante o tempo seguinte, esforçou-se em reconhecer sua intuição para poeta e agrupou parte dos escritos de juventude. Por Vitor de Azevedo Lopes Jornalista A Gazeta Vitória-ES
Sobre o Poeta
Apaixonado pela vida acadêmica, Eduardo Valente Vasconcelos Sousa, 23 anos, ex-estudante de Agropecuária pela UFRRJ e ex-estudante de Publicidade pela UFES, atualmente estuda Filosofia na UFJF e trabalha como professor dando aulas de Inglês e Francês em sua residência. Escreve poesias desde 2000.
Sobre a obra
Seu poema é forma. Com o lúdico da palavra, esmiúça a vertente da musicalidade, do racionalismo, da gramática, da semântica e da sintaxe. O Poeta traz consigo a temática da sacralidade erudita e da Antiguidade Clássica elevada ao cubo. Auto-declarado minério-humano, é misantropo convicto e de pouca sociabilidade. Sua narrativa é dada em métrica rigorosa e por vezes em espaçados versos livres. Ao elaborar a estratégia do Clássico, apresenta metáforas de amor e morte em linguagem harmônica dissonante. Tem como ponto central o sofrimento erótico onde combina estrofes lentas e agonizantes. Esmiuça o limítrofe entre o gênero musical e poético de origem profana e sagrada. Adepto do experimentalismo-poético, o autor colabora com blogs nacionais e internacionais (Portugal e França) sempre com a perspectiva crítica da pós-contemporaneidade.
Eduardo Valente é poeta e divulga suas poesias em cadernos e textos livres, atualmente procura atividades em círculos literários na cidade em Juiz de Fora-MG.
Sobre Imagem-Poema
Com Canon a Pulso, Eduardo faz todas as fotos que pretende adicionar textos.
01 – Avenida Antônio Carlos – RJ 02 – Sandwatch – Objeto pessoal 03 – Escola de Comunicação –UFJF 04 – Escola de Arquitetura - UFES 05 – (exceto) The Pipelighter – 06 – Bienal de Arte – SP/06. Texto: Haroldo de Campos, Xadrez de Estrelas, Percurso Textual 1949-1974
valenteufes@gmail.com
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